Construindo o 3º Pavilhão da Comunidade SFX


Os preparativos para a realização do  3º  Pavilhão da Comunidade SFX estão a todos vapor. Ele acontecerá nos dias 15 e 16 de junho, junto com o Festival Mantiqueira. Este evento é uma realização da ALAVRAS, do ECVU, da ORBE e da Paróquia SFX, com apoio da PMSJC e da Fundação Florestal, ligada a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de SP. Este ano, num esquema de rodízio de entidades, coube `a ALAVRAS representar todos nos encaminhamentos oficiais junto aos órgãos governamentais.
Abaixo, cópia do ofício enviado `a  PMSJC e fotos de alguns eventos preparativos.




 Foto acima da reunião de produtores e artesãos que participarão do Pavilhão. Cinthia, Fabiano e Amélia são os membros da coordenação encarregados de organizar esta participação.
 Haverá uma barraca de "maquiagens ambientais" e este pessoal da foto acima (alunos de SFX de uma oficina de maquiagem de foto e vídeo realizada pelo ECVU e alunos do Instituto Criar de SP) fez 5 personagens (Curupira, coruja, onça, árvore e muriqui) que serão expostos em banners nesta barraca.
 Foto de desenhistas, grupos de mulheres e estudantes da EMEF em atividade que resultará na decoração da tenda principal do Pavilhão.
 Reunião da Coordenação do 3º Pavilhão, são eles: Cinthia, pela ALAVRAS, Fachini, pelo ECVU, Braga e Miltinho, pela ORBE, Fabiano, pela Paróquia, Amélia, pela SDE, Luciano, pela SEMEA, e Quinzinho, representando os músicos das rodas de viola.
 Oficina do realizada pelo ECVU em parceria com a SEMEA, EMEF e Escola Estadual Armando Cobra, que irá construir a tenda de educação ambiental "APA SFX em cena".
Reunião de músicos locais.

Reunião sobre pré-escola em SFX


Negociações sobre a pré-escola avançam
As negociações da ALAVRAS com a SME sobre a pré-escola para os das zonas rurais avançaram. Hoje, 17 de abril, no Núcleo de Educação Infantil- NEI (prezinho) de São Francisco Xavier, realizamos uma nova reunião. Estavam presentes a Patrícia e Cinthia pela ALAVRAS, Márcia, Rosângela, Shirlei e Dorinha pela SME e Ricardo Ferraz, pela administração distrital.
Pré-escola para as crianças das áreas rurais (de 3 a 5 anos)
Como já divulgamos anteriormente, ficou decidido que o viável é trazer as crianças para o centro. Para tanto, a nova Administração Municipal está negociando para conseguir transporte público circular em SFX. As crianças usariam este transporte, gratuitamente para ir ao prezinho, mas ainda não se sabe como seria a logística disso. Ainda há a possibilidade de haver transporte exclusivo para o prezinho.
No entanto, para que se faça um plano para realizar esta meta, terá que se ter um levantamento de interesse real da comunidade rural na pré-escola de 03 a 05 anos, ou seja, quantas crianças seriam inscritas.
Depois de discutir o assunto, definimos que a SME fará um documento com texto explicativo de todos os condicionantes, perguntando quais famílias tem interesse em matricular seus filhos e também ficará a cargo da SME a elaboração de cartazes fazendo chamada para esta pesquisa.
Os cartazes seriam distribuídos por toda SFX e a pesquisa ficaria na subprefeitura. Os pais deverão mostrar seu interesse de 02 a 30 de maio.
Dependendo dos encaminhamentos, as aulas começariam em 2014, mas podendo ser antecipadas já para o segundo semestre de 2013.
Se não surgir nenhuma nova pedra no caminho, estaremos realizando este sonho que melhorará muito a qualidade de ensino em SFX.
Pré-escola para as crianças de 2 anos
A Márcia, responsável pela Educação Infantil , disse que ampliar o acesso à ed. Infantil em SFX já é parte das metas da SME.
Que a primeira ação é a abertura imediata do Núcleo para o B III, que seria para crianças a partir de 02 anos completos até maio de 2013. As inscrições já foram abertas e estão sendo efetuadas as matrículas para as 14 crianças que foram inscritas. Ainda restam 06 vagas e as aulas começarão dia 06 de maio no período da manhã, ou seja, das 07:45 às 11:45 horas.
Mais uma vez a diretoria da ALAVRAS se sente com o dever cumprido para o momento. Parabéns aos da nova administração municipal, aos pais e todos os interessados que nos levaram a esta importante luta.

Avaliação da EE Armando D'Oliveira Cobra



O estudo abaixo foi feito pela Coordenadora Pedagógica Simone Geronymo e nos foi enviado pela Lucimara Diniz, Diretora da EE Armando D’Oliveira Cobra.
É com imenso prazer que divulgamos estas informações e damos parabéns a todos que contribuíram para estes resultados.

Metas externas: IDESP
Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo
ANO
2009
2010
2011
2012
METAS
1,80
1,55
2,52
2,00
IDESP
1,45
2,33
1,81
2,73
E.E.ARMANDO D’ OLIVEIRA COBRA
Um dos principais indicadores da qualidade do ensino na rede estadual paulista, o índice foi criado em 2007 e estabelece metas que as escolas devem alcançar ano a ano.Os objetivos de cada escola são traçados levando em consideração o desempenho dos alunos no Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) e o fluxo escolar, determinado pela taxa de aprovação média em cada ciclo - 1º ao 5º anos, 6º ao 9º anos do Ensino Fundamental e Ensino Médio. Por esse motivo, a unidade escolar terá uma meta diferente para cada ciclo que oferecer.
O Idesp estabelece metas gerais e a longo prazo por ciclo, os níveis ideais a serem alcançados variam de acordo com o ciclo. Para o Ensino Médio, é de cinco. O objetivo é que essas metas sejam alcançadas até 2030.

As metas estabelecidas para as escolas levam em consideração suas especificidades, a meta de cada escola é individual e leva em consideração sua atual situação. Cada unidade só pode ser comparada ao seu desempenho anterior, ou seja, não é possível compará-la com outras unidades.

O Idesp não tem uma meta fixa para cada escola, os objetivos para o ano seguinte são sempre revistos, ano a ano. O desempenho da unidade é levado em conta, portanto, o Idesp não tem uma meta fixa. Dessa forma, as escolas têm desafios novos todos os anos, condizentes com a sua realidade, o que as estimula.
IDESP 2012
Rede Estadual
5o ano EF
9o ano EF
3a série EM
Escola


2,73
Diretoria
4,61
2,78
2,20
Município
4,61
2,74
2,20
Estado
4,28
2,50
1,91


IMPORTANTE: ESTAMOS ACIMA DOS NÍVEIS DA DIRETORIA, MUNICÍPIO E ESTADO.

Reunião da ALAVRAS e Entidades da Sociedade Civil com o Secretário Célio da SME. Assuntos: Pré-escola para as crianças das áreas rurais e parcerias escola/comunidade.


Conforme noticiamos no Jornal Palavras 61, a pedido da ALAVRAS, aconteceu, dia 27 de março, `as 15:00, na EMEF, uma reunião entre o Secretario Municipal da Educação (SME), prof. Célio, a EMEF, com Wilson (diretor), Helenice, Daniele e Kaori, a ALAVRAS, representada pela Cinthia, o ECVU, representado pelo Roberto Fachini, a ORBE, representada pelo Braga e o Miltinho, a Nova Acrópole, representada pela Inez, Suzane e Rodrigo, e o Espaço Cultural Júlio Neme, representado pelo Maurício e Bartira. Ainda, pela SME, estava presente a Márcia da Educação Infantil.
Após uma roda de apresentações, o Secretário abriu a reunião esclarecendo que:
 A atual gestão municipal entrou no governo já com alguns compromissos estabelecidos na gestão anterior. São compromissos que dizem respeito a orçamento e destinação de recursos e também no que diz respeito às diretrizes educacionais das escolas já estabelecidas e iniciadas. Que será elaborado um Plano Plurianual para São José dos Campos para 2014, 2015, 16 e 17. Que estão para acontecer as Conferências Municipais, Estaduais e a 2ª Conferência Nacional para a educação (CONAE) que estabelecerão as novas Matrizes Curriculares para Educação Brasileira. Que por Lei do Governo Federal, em 2016 a Educação Infantil será universalizada, ou seja, será obrigatória a partir dos 4 anos de idade em todo o território nacional. O que significa que o Estado terá a obrigação de arcar com os custos dessa nova demanda e os pais o dever de matricular seus filhos.
Isto posto demos início ao debate do primeiro ponto de pauta.

A Educação Infantil para a zona rural de SFX
A Márcia da Educação Infantil, abriu as conversas dizendo que a SME entende a importância da educação infantil no processo educacional da criança, que entende a diferença que causa no ensino fundamental de SFX o fato de só as crianças da zona urbana terem acesso à pré-escola e que estão estudando a questão desde o pedido da ALAVRAS. Que seria mais viável econômica e logisticamente trazer as crianças da zona rural para o centro do que abrir pequenos núcleos nos bairros, esse tipo de ação talvez atendesse somente a um ou dois bairros.
O secretário deixou claro que qualquer alteração que aconteça terá que passar por alguns entendimentos:
Que há uma diferença enorme entre a creche assistencial, de guarda da criança (8 horas/dia, não segue calendário escolar) e uma “creche” aos moldes educacionais (1/2 período e calendário escolar) e que qualquer coisa que for acertada será nos moldes educacionais;
Que o transporte escolar é obrigatório somente para o Ensino Fundamental e não para a pré-escola. Que os veículos que conduzam as crianças têm que ter todas as especificações de segurança como cadeirinhas;
Que estão em discussão na Câmara de SJC algumas mudanças para a gestão do transporte escolar para toda São José dos Campos e que qualquer ação que se pense terá que ser aprovada. Esta mudança deverá ocorrer, se ocorrer, nos próximos 15 dias.
Foram apresentados pelo Fachini, que estudou o assunto pela ALAVRAS, entre outros argumentos, os números referentes às crianças em idade pré-escolar em SFX (zona rural 143 e centro 69). Outro argumento utilizado foi o de que até no Plano Estratégico do Conselho Gestor da APA SFX, recém elaborado, consta, na parte referente `a missão, que a igualdade social defendida para SFX só será conquistada se houver um tratamento especial para com os das áreas rurais.
Depois de algum debate, decidimos, por consenso, que a solução viável neste momento é trazer as crianças para o centro, mas que o primeiro passo seria o levantamento da demanda real. Assim, este levantamento será feito pelo Prezinho de SFX com o apoio da ALAVRAS para a divulgação e diálogo com os pais destas crianças das áreas rurais. O objetivo é sabermos quantas famílias da zona rural teriam interesse real em por seus filhos (4 e 5 anos de idade) na pré-escola. Lembramos, novamente, que a pré-escola até 2016 não é obrigatória, portanto os pais tem o direito de escolher se querem ou não matricular seus filhos, razão deste levantamento.
A Márcia ressaltou que a ideia é atender primeiro as crianças mais velhas (4 anos) e ir decrescendo o atendimento conforme possibilidade estrutural e orçamentária. A Cinthia argumentou que a pré-escola em SFX poderia ser um piloto para se chegar a obrigatoriedade em toda SJC em 2016.
Deliberou-se, então, que a ALAVRAS entrará em contato com a Márcia para viabilizar essa pesquisa de demanda através do NEI (prezinho) de SFX. Para isso, haverá uma nova reunião entre a Márcia e representantes da ALAVRAS no próximo dia 12, em SFX.
Traduzindo em miúdos, podemos dizer que estamos a caminho de uma importante vitória para a melhoria do ensino em SFX, dependendo principalmente desta definição sobre transporte escolar que está para ser decida pela Câmara de Vereadores de SJC.

Parcerias entre EMEF e Entidades Civis
Este ponto foi aberto com o Secretário ressaltando novamente que o projeto educacional das escolas para 2013 já está em andamento e já veio pronto da gestão anterior e que mudanças deverão ser para o ano que vem;
Que o modelo de EFETI deve ser repensado em conjunto: prefeitura, escola e comunidade, pois a escola integral deve ter o apoio da comunidade para poder funcionar e ser bem recebida pela mesma, deve ter a participação dos professores neste processo, pois eles não podem ser excluídos da discussão do projeto educacional da escola;
O Fachini, neste momento falando como representante do ECVU, propôs a criação de um grupo de trabalho misto (governo e entidades civis), sob coordenação oficial (SME ou EMEF) para tratarmos desta questão. O Braga da ORBE imediatamente apoiou a idéia como sendo o único caminho viável neste momento. Esta proposta teve o apoio do prof. Célio e dos demais presentes. Ainda por proposta do Fachini, definimos que a discussão deva ser encaminhada, neste momento, unicamente pelo Conselho da Escola, envolvendo este orgão nos encaminhamentos, como sugerido pelo Secretário. Este formaria uma comissão de trabalho mista (escola e entidades civis) para estudar e elaborar uma proposta a ser encaminhada, pelas vias  legais, a SME.
Neste processo de aproximação o Rodrigo, da Nova Acrópole, levantou que os representantes das entidades  que ainda não conhecem a fundo o funcionamento da EMEF, deveriam se prontificar a passar um dia na escola e conhecer seu dia-a-dia, funcionamento, horários e oficinas já oferecidas, proposta que foi aceita por todos.
Esta comissão mista deveria, entre outros, estudar os seguintes documentos legais: CONAE (Conferência Nacional de Educação), Plano Nacional de Educação, matrizes curriculares, Projeto Pedagógico da Escola e o Pronacampo, frente `as demandas das áreas rurais.
A Nova Acrópole sinalizou que terá que entregar em breve para a Petrobrás (patrocinadora do projeto Esporte e Educação) um relatório sobre números de alunos atendidos e outros. O secretário se prontificou a entregar à nova Acrópole, se saísse uma negociação favorável da discussão do transporte escolar na Câmara, uma carta de intenção para ajudar na viabilização da otimização do uso do espaço.
Portanto, o próximo passo acontecerá na primeira reunião do Conselho Escolar da EMEF, em processo de renovação, que esperamos seja ainda neste próximo mês de abril.
Com estas notícias, a diretoria da ALAVRAS se sente vitoriosa pelo que conseguiu até aqui e agradece publicamente o apoio de seus associados e membros da comunidade, as demais entidades civis, ao Diretor Wilson da EMEF e ao Prof. Célio pela abertura e compromisso deste diálogo com a comunidade.

A Diretoria da ALAVRAS


Observação: 
Aproveitamos para informar que os representantes dos pais para formarem o novo Conselho da EMEF acabam de ser eleitos. São ele:
Amanda Rosa (que trabalha na secretaria da escola);
Cinthia Crelier (da ALAVRAS);
Lazara Lúcia Batista (a Lucinha da UPA);
Paula Jurvenson (do Café Affetto)